Quando se toma consciência da grandeza do mundo, a vista do horizonte livre, torna-se mais plausível que a brecha da janela de um apartamento qualquer.
Ao reconhecer o quão maior é ir e vir, o quão verdadeiras são as pessoas que não conhecemos, mas que existem, o mundo expande.
Em cada canto, em cada curva, em cada ser, há um conhecimento intrínseco e belo.
O indivíduo e o individual, é o que há de mais bonito, quando incluso num conjunto.
O homem é um ser individual, mas que não deve ser só. É necessário viver! Deixar vir, deixar ir. Levar e trazer.
A mente livre, o corpo livre, o espírito livre.
Lembro-me a primeira vez que fui comparada ao espírito livre de Nietzsche. No momento, eu desejava ser, mas ainda não era o que sou hoje, para talvez me declarar um.
O espírito livre, vive pelo conhecimento, pelo aprender, afinal a curiosidade move o mundo. Caso não tornar-se audácia, completo a ideologia com a busca não só do conhecimento, mas a busca consequente do amor, da felicidade, do riso fácil, da leveza, do entendimento do que estou, para a elevação do que sou.
O ser individual é maior que qualquer barreira das amarras sociais, ou psicológicas.
Há limites. Mas há loucuras.
É como diria o grande Zeca baleiro : " As vezes me preservo, noutras suicido.."
HÁ VIDA. A VIDA. À VIDA. AHHHH VIDA!!!!!!!!
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