Sentaria e escreveria sobre a frase que mais fez sentido para mim nos últimos dias " O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós" mas seria uma audácia tamanha..
Não me atreveria a comentar Sartre, nem no mais ousado ápice de minha mente atual. Ainda não me sinto preparada para tal.
Sendo assim, prefiro pensar em " O importante não é que fazem comigo, e sim o que eu faço comigo ".
A linha tênue entre o auto-masoquismo e a auto-afirmação exacerbada. ( E por que não, Ego ?)
O que está nesta linha tênue ? A mais complexa das simplicidades... o equilíbrio.
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